Burzum
NEWSBIOGRAPHYDISCOGRAPHYPHOTOSLIBRARYDOWNLOADSCONTACTS

DISCOGRAPHY

Burzum "Belus" 2010
Byelobog Productions

Burzum Belus

Português: Lista de músicas
[Translated by Bruno Kaiser and Bruno Miguel]

  1. As Intrigas de Leuke (Introdução)
  2. A Morte de Belus
  3. O Rio de Esquecimento
  4. A Descida de Kaimadalthas
  5. Dança de Espadas
  6. O Cavalo de Kelio
  7. O Amanhecer
  8. O Regresso de Belus (Conclusão)


As Intrigas de Leuke (Introdução)

[Instrumental]

"Um trovão explode contra o cajado,
com uma pedra atinge o verme na cabeça,
através de um raio desce ao jardim;
ele encontra um ramo no carvalho".

A Morte de Belus

O feiticeiro sobe a árvore
encontra a antiga dor da Terra,
corta-a na paz do outono,
com o saxo extirpa seu coração.

As folhas do carvalho caem sobre o chão,
o feiticeiro invoca os espíritos!
As folhas do carvalho caem sobre o chão,
o feiticeiro entoa seus feitiços.

O ramo é colocado em um pano de linho,
o sagrado espírito do carvalho,
o feiticeiro assegurou a paz do mundo,
fertilidade, poder solar em suas mãos!

As folhas do carvalho caem sobre o chão,
o feiticeiro invoca os espíritos!
As folhas do carvalho caem sobre o chão,
o feiticeiro entoa seus feitiços.

Há a força ardente do sol;
há o fértil mar da Terra;
no poderoso cajado do feiticeiro;
no cetro reanimado do rei.

O Rio do Esquecimento

Com o sol e a lua morrendo,
a viagem ao mar de sombras começa.
O urso vigiará a pira funerária.
O corpo jaz em uma sepultura de pedra.

Através de um véu o lamento da Terra é ouvido;
a luz do verão está desaparecendo,
o espírito do carvalho é levado abordo de um barco,
o inverno e o outono triunfam mais uma vez.

Eu voltarei.
Eu vou voltar.
Quando os espíritos do inverno enfraquecerem.
Eu voltarei para casa.

Sob a terra, um mundo oculto,
Atrás das nuvens no oeste
a longa viagem de barco termina,
lá onde se banqueteiam o inverno e o outono.

Frio e escuro é o abismo,
apenas sombras nele florescem,
ali onde a sombria criatura se encontra,
os mais escuros horrores.

Eu voltarei.
Eu vou voltar.
Quando os espíritos do inverno enfraquecerem.
Eu voltarei para casa.

Os mortos repousam em vestes brancas,
atrás de portas de pedra, pesadas e frias,
mas se escutas o exército dos mortos,
por vezes poderás ouvir o seu canto.

Os mortos repousam em vestes brancas,
atrás de portas de pedra, pesadas e frias,
mas se escutas o exército dos mortos,
por vezes poderás ouvir o seu canto.

Eu voltarei.
Eu vou voltar.
Quando os espíritos do inverno enfraquecerem.
Eu voltarei para casa.

A Descida de Kaimadalthas

Corpo do espírito do carvalho, o cajado do feiticeiro.
Feiticeiro com a chave e a máscara,
nú e alvo, na sepultura,
vestido apenas nas cinzas de nosso mundo.

Ao longo das paredes; lanças longas e afiadas.
Nos bancos, couraças de aço.
Ele se move sorrateiro,
vê as cinzas das fogueiras sobre o chão.

Eu viajo até as mais escuras profundezas, onde tudo está morto.

No reino escuro da colina,
os mortos sentam-se em silêncio
Não deve ceder ao medo
mas seguir viagem aos lugares desolados do mundo.

O teto está coberto por escudos,
elmos, cintos, facas e espadas;
sobre a terra marrom do corredor de pedra
uma criatura, o fantasma de uma mulher.

Eu viajo até as mais escuras profundezas, onde tudo está morto.

Do lado de fora, a forma do feiticeiro em uma árvore,
pendurado, sua cabeça pendendo.
A vaca sangra, ouça o seu lamento,
o feiticeiro desfaz seus nós.

O feiticeiro recolhe os presentes
a ele oferecidos pelos mortos de pálida compleição,
dos túmulos de pedra, sombrios e antigos
ele escolhe entre os mais belos.

Eu viajo para Kelio.
Eu viajo até as mais escuras profundezas, onde tudo está morto.

Cinto e couraça, bolos e roupas,
elmos e armas divinas,
runas e versos, frutos secos,
a porta para a sepultura está aberta!

Dos elfos, os cuteleiros de armas,
para os mortos renascidos,
aqueles que enfrentaram o lobo
em um mundo agora desolado.

Eu viajo para Kelio.
Eu viajo até as mais escuras profundezas, onde tudo está morto.

Dança de espadas

É chegada a hora do inverno,
quando o lobo e o urso morrerem;
retire a pele, uma máscara,
pisa-a, diz o inverno; adeus!

Espírito do inverno, vais morrer!
Espírito do inverno, sangra na neve!
Espírito do inverno, eu sou verão!
Espírito do inverno, e estou a chegar!

Fogo e fumaça, gritos e barulho;
o feiticeiro corre através da floresta.
Usa folhas e fuligem, espada e aço.
Logo o sol brilhará no céu.

Espírito do inverno, vais morrer!
Espírito do inverno, sangra na neve!
Espírito do inverno, eu sou verão!
Espírito do inverno, e estou a chegar!

Fogo e fumo, gritos e barulho;
o feiticeiro corre através da floresta.
Usa folhas e fuligem, espada e aço.
Logo o sol brilhará no céu.

Espírito do inverno, vais morrer!
Espírito do inverno, sangra na neve!
Espírito do inverno, eu sou verão!
Espírito do inverno, e estou a chegar!

O Cavalo de Kelio

Quando a neve se derrete nós lamentamos;
o inverno foi derrotado.
O espírito de carvalho está livre,
os espíritos do verão prevaleceram.

Quando a neve se derrete nós lamentamos;
o inverno foi derrotado.
O espírito de carvalho está livre,
os espíritos do verão prevaleceram.

Um espírito emerge,
um cavalo do abismo oculto,
vindo para preparar os homens,
todo o nosso mundo lamenta.

Um espírito emerge,
um cavalo do abismo oculto,
vindo para preparar os homens,
todo o nosso mundo lamenta.

O Amanhecer

Na primeira manhã de domingo da primavera
podemos ver o exército novamente.
O lamento finalmente terminou,
Uma lebre corre pelo campo.

No monte mais alto do leste
o sol rubro pode ser visto.
É possível ver e desfrutar a tranqüilidade,
do cume do monte, ver a Terra florescer.

A força do sol retornou,
o espírito de carvalho renasceu.
O poder do sol retornou.
O Verão está de volta.

O Regresso de Belus (Conclusão)

[Instrumental]

© 1991-2016 Property of Burzum and Varg Vikernes | Hosted in Mother Russia by Majordomo